
Nesta semana, a ideia da pré-candidata ao Senado, Marília Arraes (SD), migrar para o PDT para acomodar melhor seu projeto nas eleições deste ano vem perdendo força nos bastidores. De acordo com uma fonte ouvida pelo Blog Cenário, as chances de Marília Arraes se filiar ao partido são “muito pequenas”.
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Caso o projeto de Marília ao Senado perca sustentação, ela poderia migrar para o PSB de seu primo, João Campos (PSB). A depender de não ser contemplada na chapa para o Senado, poderá disputar uma vaga na Câmara Federal, uma vez que sua irmã, Maria Arraes, vai tentar uma cadeira na Alepe, também pelo PSB.
Em entrevista à Folha de S.Paulo, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, confirmou que tem mantido contato com Marília para que ela seja candidata ao Senado pela legenda. Ele admitiu que, caso isso não seja possível no palanque de João, há, com ressalvas, a possibilidade da sigla apoiar a governadora Raquel Lyra (PSD), desde que a vaga de Marília seja garantida.
Ainda segundo a fonte ouvida hoje pelo blog, o movimento de Lupi foi interpretado como “desespero”, após o deputado federal Túlio Gadelha (Rede), bastante próximo a ele, sinalizar certo afastamento político ao lançar duas pré-candidaturas pela Rede: a do reitor da UFPE, Alfredo Gomes, ao Governo do Estado, e a do ex-deputado federal Paulo Rubem Santiago, ao Senado.
As candidaturas, entretanto, não devem vingar. Caso Marília não siga no partido, o caminho estaria livre para Tulio voltar ao PDT com chapas proporcionais já montadas e aí sim, levá-lo para o palanque de Raquel.












