
Tem sido difícil ser Rafael Prequé (PV), vereador que passou os últimos dois anos tentando desesperadamente se fortalecer com vídeos sensacionalistas em Gravatá. Se inspirando em maus exemplos, invadiu repartições públicas, maltratou servidores e distorceu informações na tentativa de rivalizar com a atual gestão do município.
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Chegou a divulgar uma discussão privada em que foi xingado e desafiado, mas acabou reforçando o próprio constrangimento, transparecendo que a principal finalidade do seu mandato é a criação de polêmicas.
Depois de tanto esforço, Rafael encolheu nas urnas: os 7.400 votos para deputado federal em Gravatá que obeteve em 2014 caíram para 5.623 na disputa pelo mesmo cargo em 2026. O saldo representa uma perda de 1.777 votos, quase 24%.
Doze anos, um mandato de vereador e uma coleção de vídeos depois, ficou abaixo do resultado que obteve como vice-prefeito da gestão que acabaria sob intervenção estadual. Na época, carregava o desgaste da administração. Agora, produz o próprio.
A queda não tem uma causa única, mas expõe o fracasso da estratégia: muita encenação para demonstrar força e acabar tendo sua votação encolhida. Talvez seja hora de esticar o pescoço e enxergar além do muro das certezas que carrega. Continuar confundindo exposição com grandeza política, pode fazer Rafael Prequé involuir de minúsculo para microscópico.
