Política

“Me sinto em casa”, diz Fernando Dueire sobre o PSD

Rebeka Vilaça
Foto: Américo Rodrigo

Em entrevista ao Blog Cenário, realizada nesta quinta (16), o senador Fernando Dueire destacou a relação próxima com a governadora Raquel Lyra (PSD) e afirmou que se sente “em casa” no PSD, legenda à qual se filiou recentemente.

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Fernando Dueire afirmou que sua saída do MDB foi motivada por divergências e que, embora tenha uma história construída na sigla, o partido em Pernambuco passou a trilhar caminhos diferentes daqueles em que acredita. “O MDB de Pernambuco resolveu buscar outros caminhos. Não eram os caminhos que eu acreditava. Não trazia os valores que eu aprendi com Jarbas Vasconcelos. Portanto, eu precisei mudar de legenda”, disse o senador.

Nesse contexto, segundo Dueire, a decisão de deixar o partido também esteve ligada à busca por um projeto político com o qual tivesse maior identificação. Segundo ele, a mudança para o PSD reflete o alinhamento com o projeto liderado por Raquel no estado.

“Ao mudar de legenda, nada melhor do que me abrigar em um projeto administrativo e político que está sendo liderado pela governadora Raquel Lyra. Raquel trabalha em todas as disciplinas. São estradas, recursos hídricos, infraestrutura rural e urbana. Cuida do metrô do Recife”, enfatizou.

O senador relatou matérias relevantes, como empréstimos internacionais, entre eles o voltado à ampliação do saneamento, que viabilizaram a concessão da Compesa. Nos bastidores, seu nome tem sido lembrado, tanto para disputar a reeleição, quanto como possível vice na chapa liderada por Raquel Lyra.

Ao comentar a possibilidade de integrar diferentes cenários na majoritária, o senador evitou tratar diretamente de projeções eleitorais e reforçou o foco na atuação parlamentar ao lado de Raquel Lyra. Ele afirmou se sentir confortável para assumir qualquer posto da chama majoritária, mas para Dueire, o momento é de trabalho e de entregas à população.

“Nós estamos buscando fazer acontecer as coisas. Eu tenho um mandato de senador da República e exerço ele”, afirmou. “Todas as pesquisas mostram que 80% da população não quer saber sobre isso [eleição], quer que o trabalho chegue, que a entrega aconteça. É a partir disso que seguimos”, completou.