
O ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), reforçou, em entrevista ao Blog Cenário nesta sexta (9), que continua trabalhando para ser o nome escolhido na Federação União Progressista para disputar o Senado nas eleições deste ano. Para ele, a federação terá papel decisivo no cenário político de Pernambuco. As afirmações aconteceram durante evento do partido em Jaboatão dos Guararapes.
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“Por já estarmos em ano eleitoral, a gente tem um calendário mais apressado. Vamos sim ter um candidato ao Senado, porque eu coloquei o meu nome à disposição não só do União Brasil, não só da Federação União Progressista, mas de todo esse espaço político que a gente hoje milita. Eu não tenho a menor dúvida que a decisão da União Progressista será decisiva na eleição estadual de 2026. Um dos próximos senadores será do União Brasil, porque nós vamos ganhar as eleições desse ano”, afirmou.
Ao analisar o cenário para o Governo de Pernambuco, Miguel ressaltou que Pernambuco tem histórico de disputas acirradas e apontou a polarização entre a governadora Raquel Lyra (PSD) e o prefeito do Recife, João Campos (PSB).
“Pernambuco não tem eleição fácil. Isso é muito claro para mim. Em 2022 não foi, 2018, 2014, por aí vai. Então, toda eleição ela é disputada, ainda mais num estado tão politizado quanto Pernambuco. O que se avizinha aparentemente é esse duelo entre a atual governadora Raquel Lyra e o prefeito do Recife, João Campos, que hoje protagonizam o debate eleitoral estadual no quesito da campanha ao Governo do Estado”, pontuou.
Mesmo aliado de João, Miguel defendeu ainda a construção de uma decisão consensual entre União Brasil e PP, priorizando a convergência política para fortalecer as bancadas e o projeto ao Senado.
“O União Brasil tem a sua posição, o PP tem a deles. A gente vai trabalhar para que tenhamos uma decisão por unanimidade, mas acima de tudo de convergência, para que possa fortalecer as nossas bancadas e que possa fortalecer o nosso projeto no Senado Federal. E quem enxergar isso, enxergar o nosso potencial, enxergar a nossa densidade, mas acima de tudo, reconhecer que a gente faz política com respeito, entregando, transformando a política em resultado, a gente vai estar junto dessa pessoa que confiar e acreditar na gente”, finalizou Coelho.














