
O Hospital da Restauração (HR) Governador Paulo Guerra, no Recife, deu início, no último sábado (17), a mudanças no fluxo de acesso e circulação de pessoas na instituição. As alterações são necessárias para garantir a segurança de pacientes, visitantes e acompanhantes durante as obras da fachada. No entanto, o fluxo de entrada de novos pacientes nas emergências do HR segue normalmente.
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As mudanças em vigor são necessárias devido à instalação de tapumes para a continuidade da reforma da fachada, anunciada pelo Governo de Pernambuco.
Dessa forma, o acesso dos visitantes, assim como dos funcionários, está ocorrendo pela Portaria Social, no térreo. Já a entrada dos acompanhantes é através da Emergência Clínica (prédio anexo ao prédio principal). Está proibida a circulação e permanência de pessoas nas rampas do hospital.
A rampa da Rua Joaquim Nabuco é exclusiva apenas para subida e descida das ambulâncias. Já a rampa da Avenida Agamenon Magalhães está bloqueada totalmente. Todas as altas hospitalares estão ocorrendo pela Portaria de Serviço (Sala de Alta) ou pela Emergência Clínica, cujos acessos são pela Rua Jornalista Paulo Bittencourt.
O diretor geral do Hospital da Restauração, Petrus Andrade Lima, destacou que as mudanças são temporárias e têm o objetivo de garantir a segurança das pessoas e a fluidez nas obras para melhoria do hospital. “À medida que a reforma do HR avança, precisamos fazer adaptações pontuais em alguns fluxos, para manter tanto a manutenção da assistência à população como dos serviços. O benefício será para todos”, afirmou Petrus.
Fachada
Além da reforma interna da instituição, está em andamento a recuperação completa da fachada da maior unidade de saúde pública de Pernambuco.
A obra tem investimento de R$ 10 milhões do Governo de Pernambuco, e inclui pintura, troca das esquadrias e modernização da estrutura, com previsão de entrega em 5 meses.
O projeto de retrofit, de Marco Antônio Borsoi, alia sofisticação contemporânea à valorização da história e ao respeito à essência original do desenho do seu pai, o arquiteto e urbanista Acácio Gil Borsoi, preservando assim o patrimônio urbanístico da cidade do Recife.














