
Independentemente de vencer ou não a eleição para o Governo de Pernambuco em outubro, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), tem dado sinais cada vez mais claros de que o presidente da Câmara Municipal do Recife, Romerinho Jatobá (PSB), tem a sua preferência para conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Pernambuco.
Além de acompanhar João em agendas pela capital pernambucana, Jatobá tem intensificado sua presença no interior do estado, participando de eventos promovidos por aliados ao lado do pré-candidato a governador. Campeão de votos na última eleição para vereador do Recife, o parlamentar trabalha forte para estrear com sucesso em sua primeira disputa estadual.
O movimento, no entanto, não passa despercebido nos bastidores e gera um certo desconforto entre outros postulantes à Alepe dentro do próprio PSB. A predileção exigirá de João Campos habilidade política para equilibrar interesses e garantir que a montagem da chapa proporcional não se transforme em um ponto de tensão no projeto eleitoral do partido.
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Largando na frente – Comandada pelo deputado Eduardo da Fonte, a Federação União Progressista iniciou encontros regionais com lideranças que integram o grupo. O primeiro foi com nomes do Litoral Sul. A ideia é organizar as chapas de estadual e federal, com o objetivo de ampliar as bancadas no Legislativo.
Montagem – Embora os irmãos André e Anderson Ferreira ainda não tenham tornado público em qual posição irão jogar este ano, ambos estão mergulhados nas articulações para formar chapas competitivas à Assembleia Legislativa e à Câmara Federal. O PL tem tudo para repetir nas urnas o excelente resultado eleitoral de 2022.
Lista – Entre os nomes do PL citados para obter um bom resultado nas urnas, está a primeira-dama de Gravatá, Viviane Facundes, que vem desempenhando um trabalho importante à frente da Secretaria de Obras. Ela vai dobrar no município com o deputado federal André Ferreira (PL).
Retorno – Após a demolição do Edifício 13 de Maio, a Prefeitura do Recife buscará reaver os custos da obra com a posse do terreno. Apesar do interesse do PCR em obter o espaço, ainda não há, segundo o governo municipal, um planejamento para que algum equipamento público possa funcionar no local.
Prazo – Vencedora da licitação que vai executar a demolição do Edifício 13 de Maio, a empresa Nova Terra Engenharia deve levar 10 meses para realizar todo o serviço. O trabalho será feito de forma manual, do topo ao 5º andar. A partir do 4º pavimento, serão utilizados maquinários (retroescavadeiras).













