
Em Gravatá, o roteiro parece conhecido: enquanto está em silêncio, ninguém incomoda. Mas basta crescer, ganhar espaço e mostrar resultado para virar alvo. É exatamente isso que está acontecendo com Viviane Facundes (PSD).
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Hoje, como secretária de Obras, entrega resultados concretos. Mais de 100 ruas calçadas em sua gestão. Ações saindo do papel. Espaços recuperados. A cidade avançando. Isso não é discurso, são fatos.
Mas foi só o nome dela começar a circular como pré-candidata a deputada estadual que os ataques se intensificaram. De repente, nada presta. Tudo vira problema. Cada detalhe vira hostilidade. Cada decisão vira suspeita.
Viviane é esposa do prefeito Joselito Gomes (PSD), o primeiro reeleito da história de Gravatá. Isso, por si só, já amplia a exposição. Mas o que parece realmente incomodar é a possibilidade de continuidade de um projeto político com uma mulher à frente.
Quando um homem cresce politicamente, dizem que é liderança. Quando uma mulher cresce, chamam de ambição. Quando ela assume postura firme, dizem que é arrogância. Quando decide disputar espaço, acusam de querer demais.
Viviane rompeu uma lógica histórica: a de que determinados espaços não são para mulheres de origem mais humilde. Ela não representa apenas um nome, mas a quebra de uma hierarquia silenciosa que sempre definiu quem pode e quem não pode ir mais longe.
Criticar é legítimo. Fiscalizar é obrigação. Mas transformar tudo em campanha de desgaste revela medo. Medo de perder espaço. Medo de enfrentar alguém que não veio do mesmo círculo. Medo de disputar voto em pé de igualdade.
A política é decidida nas urnas. E será o eleitor quem dirá se Viviane merece avançar ou não. Mas uma coisa já está clara: a gestora deixou de ser coadjuvante e tornou-se protagonista. E, na política, quando uma mulher assume protagonismo, o sistema reage.












