
Neste sábado (7), o diretório nacional do PSOL decidiu não avançar nas negociações para integrar a Federação Brasil da Esperança, composta por PT, PV e PCdoB. A possibilidade de união vinha sendo discutida entre as legendas como parte das articulações da esquerda para fortalecer a aliança e organizar o cenário político visando as eleições de 2026.
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A proposta acabou rejeitada por ampla maioria: foram 47 votos contrários e 15 favoráveis, o que representa cerca de 76% dos votos contra a adesão. Durante a mesma reunião, o partido também deliberou pela manutenção da federação com a Rede Sustentabilidade por mais quatro anos. Além disso, o PSOL reafirmou apoio à candidatura do presidente Lula e decidiu que não apresentará candidato próprio à Presidência da República.
Segundo a resolução divulgada após o encontro, o apoio a Lula já no primeiro turno faz parte de uma estratégia para enfrentar a extrema-direita e reforçar a unidade entre os partidos de esquerda.
“Em 2026, é preciso unir forças novamente para vencer o bolsonarismo e preservar o cordão sanitário que já estabelecemos contra as forças mais reacionárias do nosso país. As eleições deste ano não serão um passeio e a reeleição de Lula não está garantida, em um contexto de luta política, social e ideológica de alta intensidade”, afirma um trecho do documento.
A resolução também aponta como uma das principais metas do partido ampliar sua representação no Congresso Nacional nas eleições de 2026. “Ampliar as bancadas de parlamentares combativos e socialistas do PSOL pelo país é uma necessidade para virar o jogo em favor do andar de baixo”, conclui o texto.












