
Dos sete pernambucanos que atualmente ocupam o comando de pastas na Esplanada dos Ministérios, um dos nomes que merecem ser considerados para permanecer no próximo governo Lula é o do ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz.
O ex-deputado federal assumiu uma das missões mais delicadas do Governo Federal: recuperar a credibilidade de um departamento que, por meses, esteve no centro de uma das maiores crises enfrentadas pelo Planalto, com o noticiário dominado por denúncias e desgaste político.
Ao longo de sua gestão, Wolney buscou dar respostas aos problemas herdados e recolocar a Previdência na agenda positiva do governo. As medidas adotadas pelo ministro passaram a oferecer ao Planalto pautas mais favoráveis, ajudando a mudar a percepção sobre o órgão.
Com bom trânsito em Brasília, fruto de mais de duas décadas de atuação na Câmara Federal, Wolney Queiroz pode ser considerado uma aposta de Lula que deu certo. Dar sequência ao que vem sendo construído, pode ser mais importante do que promover mudanças.
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Não gostou – O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, declarou esta quinta (29) que desaprovou a carta publicada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), na qual ele aponta supostas fraudes eleitorais e se apresenta como presidente eleito do Brasil. A declaração foi dada à imprensa antes do dirigente visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Brasília.
Legitimidade – Vinte e sete partidos políticos reconheceram a vitória do presidente Lula (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), no último domingo (4). Apenas o Mobiliza ainda não se manifestou. Já o Novo adotou uma postura crítica, acusando o petista de utilizar a máquina pública para se reeleger.
Denúncia – As deputadas eleitas pelo PT, Liana Cirne (federal) e Ivete Caetano (estadual), pediram que trabalhadores que estejam sofrendo assédio eleitoral, em razão do voto dado no último domingo (4), as procurem para que as medidas cabíveis sejam tomadas junto aos órgãos competentes. Diversos casos de ameaças e demissões estão sendo registrados.
Complicou – Eleito para a Alepe com 49.254 votos, Emerson Freitas (MDB) teve a prisão preventiva decretada ontem (29) pelo TJPE. O repórter policial é investigado por suposto envolvimento em um esquema de extorsão contra uma mulher vítima de violência doméstica. Até o fechamento desta coluna, ele ainda não havia se manifestado sobre o caso.
Repercussão – Ainda é precoce afirmar que o deputado estadual Emerson Freitas (MDB) não assumirá o mandato em fevereiro de 2027. No entanto, especulações sobre essa possibilidade ganharam força. O primeiro suplente é Flávio Gadelha Filho (MDB), que recebeu 29.447 votos.

