
Pré-candidata ao Senado pela chapa de João Campos (PSB), Marília Arraes (PDT) rebateu as acusações de que teria “usado” a governadora Raquel Lyra (PSD) para fazer “chantagem” com o pré-candidato a governador pela Frente Popular.
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Preterida pelo gestor em detrimento de outros nomes, ela e o presidente do PDT, Carlos Lupi, iniciaram tratativas junto a Raquel, para buscar um dos dois espaços na majoritária dela, tendo, inclusive, conversas entre a própria Marília e a governadora.
Entretanto, no mesmo dia em que uma nova reunião foi marcada para que as duas retomassem o debate, Marília Arraes já tinha selado um acordo com João Campos, o que provocou diversas críticas. Questionada pelo Blog Cenário sobre como via essas afirmações, ela disse que nunca agiu dessa forma.
“Eu acredito que eles que tenham que responder. Eu de forma alguma agi assim na minha minha vida em momento nenhum. O povo de Pernambuco e do Brasil me conhece, sabe da firmeza dos meus posicionamentos e da coragem que eu tive em diversos momentos históricos de tomar o lado certo da história, mesmo esse lado sendo o mais difícil”, disse num primeiro momento.
“É normal que adversários tentem agredir, mas deixa eles com a agressividade, com o ódio, porque, aqui, para a gente sair de casa, deixar as filhas e ir se entregar para o povo de Pernambuco, a gente precisa de muito amor. Se o ódio está no coração deles, deixa no lado de lá que aqui, a gente tem muito amor para dar”, concluiu.












